[Resenha] Amanhecer – Parte 2
E lá fui eu assistir ao último filme d’A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2. Que eu li o livro não deve ser surpresa pra ninguém, basta dar uma olhadinha na minha resenha sobre a primeira parte, então mais uma vez me considero o mais apto a dar continuidade a isso. O que posso adiantar desde o começo é que o filme me surpreendeu bastante talvez por estar com as expectativas lá em baixo, mas vamos em frente.
Como todos já devem estar sabendo, Amanhecer – Parte 2 acompanha Bella e Edward em sua última aventura antes de poderem viver felizes para sempre. Dessa vez, após o nascimento de Renesmee na primeira parte, a pequena cresce a cada dia mais e ninguém sabe explicar exatamente o porquê. Quando num belo dia Irina, que é uma prima dos Cullen, avista a pequena voando pela neve ela pensa se tratar de uma criança vampira, algo que é considerado crime dentro da sociedade criada pelos Volturi.
Após Irina relatar o crime aos Volturi, Alice tem uma visão de que eles estão vindo para uma batalha com o objetivo de matar a criança amaldiçoada e de quebra o resto da família. Sabendo disso os Cullen partem em busca de suas testemunhas, para que elas possam dizer aos Volturi que a criança não é exatamente o que eles pensam. O filme começa a se desenrolar e várias coisas legais são apresentadas a trama: os outros vampiros do universo Crepúsculo. Alguns deles apresentam poderes, como o egípcio Benjamim que pode controlar os elementos e as irmãs da Amazônia, onde uma delas pode influenciar a mente das pessoas. Além deles é claro se junto um bocado de outros vampiros que não tem poderes, mas que são mais legais até que o restante, como é o caso do Garrett e do Alistair.
O filme vai se desenrolando até a batalha final, que não existe no livro (no livro é uma guerra falsa, quando se pensa que vai ter algo, nada acontece e fica por isso mesmo), mas que existe no filme, e é essa batalha final que me surpreendeu demais. Antes das lutas começarem eu pensei: “Ah, essa ruma de random que apareceu vai morrer tudo, mas os principais da família Cullen vão sobrar no final”, mas logo na primeira luta eu levo um tapa na cara, mas não vou me ater a isso para não estragar as surpresas.
Está até bem feita nessa imagem…
Eu sei que ta parecendo que o filme ta bom demais, mas eu devo destacar algumas coisinhas que me incomodaram bastante. Na verdade a primeira parte do filme, até quando eles começam a buscar ajuda de outros vampiros, o filme é muito monótono, nada acontece, tirando as várias piadinhas forçadas aqui e acolá. É muito necessário falar das Renesmee, poxa, sério que não dava para por um bebê de verdade no filme? Tinha que ser aquele monstrinho de CG? Se ela pelo menos falasse eu entenderia, um bebê de 6 meses de vida não fala, beleza, faz a boca dela mexer com o CG, tudo bem, mas sério que ela inteira tinha de ser falsa? E isso piora depois que ela cresce, a menina continua sem falar nada, mas o rosto dela continua sendo de CG e isso me incomodou bastante.
Amanhecer – Parte 2 é isso, um filme com um começo parado, desenvolvimento morno e um final intenso, com alguns erros e outros acertos. É com certeza um filme preocupado em ser um filme e não um tributo ao romance de Bella e Edward (mas o romance está lá, só não em excesso) e é também melhor que a primeira parte, na verdade é o melhor da saga inteira, que infelizmente (para os fãs) e felizmente (para todo o resto) chega ao fim.
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Informações técnicas:
Título original: The Twilight Saga: Breaking Dawn – Part 2
Título no Brasil: A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2
Direção: Bill Condon
Gênero: Romance, Fantasia
Tempo de Duração: 115 minutos
Ano de Lançamento: 2012
Grude: 




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Dica: Tente assistir ao filme daqui umas duas semanas, porque assistir com os fãs mirins gritando para toda e qualquer cena, inclusive na abertura do filme, quando apenas os nomes estavam na tela, não é nada legal.














