Arquivo Romance | Chiclete na Poltrona
nov 18 2012

[Resenha] Amanhecer – Parte 2

por André Soares

E lá fui eu assistir ao último filme d’A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2. Que eu li o livro não deve ser surpresa pra ninguém, basta dar uma olhadinha na minha resenha sobre a primeira parte, então mais uma vez me considero o mais apto a dar continuidade a isso. O que posso adiantar desde o começo é que o filme me surpreendeu bastante talvez por estar com as expectativas lá em baixo, mas vamos em frente.

Como todos já devem estar sabendo, Amanhecer – Parte 2 acompanha Bella e Edward em sua última aventura antes de poderem viver felizes para sempre. Dessa vez, após o nascimento de Renesmee na primeira parte, a pequena cresce a cada dia mais e ninguém sabe explicar exatamente o porquê. Quando num belo dia Irina, que é uma prima dos Cullen, avista a pequena voando pela neve ela pensa se tratar de uma criança vampira, algo que é considerado crime dentro da sociedade criada pelos Volturi.

Após Irina relatar o crime aos Volturi, Alice tem uma visão de que eles estão vindo para uma batalha com o objetivo de matar a criança amaldiçoada e de quebra o resto da família. Sabendo disso os Cullen partem em busca de suas testemunhas, para que elas possam dizer aos Volturi que a criança não é exatamente o que eles pensam. O filme começa a se desenrolar e várias coisas legais são apresentadas a trama: os outros vampiros do universo Crepúsculo. Alguns deles apresentam poderes, como o egípcio Benjamim que pode controlar os elementos e as irmãs da Amazônia, onde uma delas pode influenciar a mente das pessoas. Além deles é claro se junto um bocado de outros vampiros que não tem poderes, mas que são mais legais até que o restante, como é o caso do Garrett e do Alistair.

O filme vai se desenrolando até a batalha final, que não existe no livro (no livro é uma guerra falsa, quando se pensa que vai ter algo, nada acontece e fica por isso mesmo), mas que existe no filme, e é essa batalha final que me surpreendeu demais. Antes das lutas começarem eu pensei: “Ah, essa ruma de random que apareceu vai morrer tudo, mas os principais da família Cullen vão sobrar no final”, mas logo na primeira luta eu levo um tapa na cara, mas não vou me ater a isso para não estragar as surpresas.

Está até bem feita nessa imagem…

Eu sei que ta parecendo que o filme ta bom demais, mas eu devo destacar algumas coisinhas que me incomodaram bastante. Na verdade a primeira parte do filme, até quando eles começam a buscar ajuda de outros vampiros, o filme é muito monótono, nada acontece, tirando as várias piadinhas forçadas aqui e acolá. É muito necessário falar das Renesmee, poxa, sério que não dava para por um bebê de verdade no filme? Tinha que ser aquele monstrinho de CG? Se ela pelo menos falasse eu entenderia, um bebê de 6 meses de vida não fala, beleza, faz a boca dela mexer com o CG, tudo bem, mas sério que ela inteira tinha de ser falsa? E isso piora depois que ela cresce, a menina continua sem falar nada, mas o rosto dela continua sendo de CG e isso me incomodou bastante.

Amanhecer – Parte 2 é isso, um filme com um começo parado, desenvolvimento morno e um final intenso, com alguns erros e outros acertos. É com certeza um filme preocupado em ser um filme e não um tributo ao romance de Bella e Edward (mas o romance está lá, só não em excesso) e é também melhor que a primeira parte, na verdade é o melhor da saga inteira, que infelizmente (para os fãs) e felizmente (para todo o resto) chega ao fim.

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Informações técnicas:

Título original: The Twilight Saga: Breaking Dawn – Part 2

Título no Brasil: A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2

Direção: Bill Condon

Gênero: Romance, Fantasia

Tempo de Duração: 115 minutos

Ano de Lançamento: 2012

Grude: ★★★½☆

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Dica: Tente assistir ao filme daqui umas duas semanas, porque assistir com os fãs mirins gritando para toda e qualquer cena, inclusive na abertura do filme, quando apenas os nomes estavam na tela, não é nada legal.

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nov 26 2011

[Resenha] Amanhecer – Parte 1

por André Soares

Devo dizer que li todos os livros e assisti a todos os filmes, então quando se falou em fazer uma resenha sobre A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1, pensei que dentre todos os participantes do Chiclete eu fosse o mais apto, digamos assim. Devo dizer que apesar de não me agradar em nada todos aqueles “pormenores”, que não agrada a ninguém (como o fato dos vampiros brilharem), eu tentei não pensar muito nisso ao assistir o filme, para assim não comprometer esta resenha. Devo dizer que, para mim que sou homem, Amanhecer é o pior filme da saga, apesar de não ser de todo ruim.

Devo dizer o porquê.

Amanhecer começa exatamente no momento em que Jacob (Taylor Lauthner) recebe o convite para o casamento de Bella, o que causa nele uma raiva tão grande que ele não tem outra saída a não ser fugir em sua forma de lobo. O filme continua com os preparativos para o casamento entre Bella (Kristen Stewart) e Edward (Robert Pattinson). Temos então uma passagem, que eu sequer me lembrava do livro, em que Edward resolve contar um segredo para ela, já que iam se casar e deveriam ser sinceros. Edward já matou pessoas. Em uma primeira impressão isso é algo muito bom para a trama, Edward, o ser que se mostrou tão perfeito ao longo de toda a saga, cometeu o pior dos pecados, tirando vida de inocentes. Bem, isso em primeira impressão. Mas então nós temos a notícia de que não é bem assim, e o personagem quase perfeito volta à perfeição. Esta é uma das provas de o filme foi feito para meninas.

A partir dai o que se segue é um filme que toda fã da saga queria ver, temos o casamento (que rendeu boas risadas de todos na sala durante os discursos) e a tão esperada lua de mel, onde finalmente Bella chegará aos “finalmentes”. É a partir daí que meu interesse pelo filme começa a cair. O título da película poderia muito bem ter sido mudada para “A Saga Crepúsculo: Edward e Bella” o que para mim não é legal. Não me entendam mal, eu gosto de romances, mas eu não gosto nem um pouco da personagem depressiva que Bella é, contrastando com a perfeição que Edward é, mas isso não vem ao caso. O que me segurou no livro, foi o mistério que envolvia o feto, mas como eu já sabia o que era, essa parte do filme foi bem chatinha para mim.

“Letícia, feche os olhos!”

Após a lua de mel (o que me rendeu risadas muito boas quando uma mãe preocupada com as cenas mandou sua filha fechar os olhos), no livro, nós leitores somos apresentados ao “Livro de Jacob” onde as passagens eram narradas por este personagem, primeira vez no livro em que não era Bella a narrar a história. Ou seja, Jacob é importante. Talvez no livro, mas não no filme. No livro nós temos a revelação durante uma conversa entre Jacob e Bella (se não me engano), do porquê de ele ter tido forças para não se ajoelhar em determinada cena. No filme só dá a entender que ele é um lobo muito forte e corajoso. Apesar disso, dá a entender que o “Livro de Jacob” está ali no filme de alguma forma, acho que porque ele passa a aparecer mais em cena.

Como disse, para mim o filme já tinha perdido, e muito, a graça, o que me pareceu é que os filmes anteriores tentou agradar a todos, ou pelo menos aos namorados que eram obrigados a ver o filme, mas em Amanhecer eles chutaram o balde e esqueceram de todo o resto. Apesar dos pesares, devo dizer que as cenas que se seguem a partir do inicio do parto ficaram muito boas, todas elas. A Bella esquelética, que vemos em parte no trailer, ficou muito boa, elevando a magreza a outro nível, o que rendeu na sala alguns gritinhos de nojo, ao que me pareceu. Para completar, o filme termina de uma forma bem legal.

Para mim, que sou homem, Amanhecer – Parte 1 é o pior filme da saga. Já para a minha irmã, que é menina, foi o melhor. Devo dizer que apesar do que eu achei, o filme não é de todo o ruim, principalmente se você tentar manter uma mente aberta para aqueles “pormenores”. Tenho para mim que a própria autora criou o “Livro de Jacob” para sair um pouco daquela “melosidade” que o livro estava se tornando, mas como eu disse, no filme não temos isso. Se você é menina provavelmente está agora me xingando bastante e com uma raiva enorme, mas se você é menina, os seus olhos viram outro filme que os meus não viram, provavelmente adorou o fato do diretor mostrar em detalhes o vestido de casamento de Bella. Se você é menina, provavelmente achou o filme perfeito.

E isso é ótimo.

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Informações técnicas:

Título original: The Twilight Saga: Breaking Dawn – Part 1

Título no Brasil: A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1

Direção: Bill Condon

Gênero: Romance, Fantasia

Tempo de Duração: 117 minutos

Ano de Lançamento: 2011

Grude: ★★½☆☆

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set 8 2011

[Resenha] O Homem do Futuro

por Ricardo Lopes

Mais uma vez o Capitão Nascim… opa, Wagner Moura arrebenta na atuação e mostra cada vez mais que é um dos melhores atores do cinema nacional. Desta vez ele se desdobra em diferentes estilos n’O Homem do Futuro.

Zero (Wagner Moura) é um cientista incrível que está em busca de descobrir uma nova forma de energia. Em uma tentativa desesperada de provar que a energia existe e que ela é segura, Zero entra na máquina e acidentalmente cria um buraco de minhoca fazendo com que ele volte 20 anos no tempo, dia em que ele foi humilhado e passou a ser uma pessoa amargurada, que não acreditaria mais na felicidade e tudo culpa de que? De uma mulher (Aline Moraes, interpretando Helena).

O que vemos a seguir é punhado de ficção científica mostrando paradoxos temporais e diferentes resultados do próprio Zero no futuro, o que claramente é a diversão do filme. Wagner Moura mais uma vez está impecável, tanto no seu personagem mais novo quando ainda era chamado de João, no seu “presente” sendo uma pessoa séria e nerd e no seu futuro mostrando um homem mais responsável e decidido a ter o que quer. Aline Morais também caiu bem no papel, trazendo a sensualidade da garota do colegial, “rainha” da turma e aquela desejada por todos.

Superou minhas expectativas (que já eram boas) e digo que foi o melhor filme nacional do ano. Não tem aquele humor exagerado, ótima produção e um roteiro de te deixar GRUDADO na cadeira pra não perder nenhum segundo. Com certeza é um filme divertidíssimo e vale a pena ir aos cinemas conferir. O cinema brasileiro mais uma vez está de parabéns.

Informações Técnicas:

Título: O Homem do Futuro

Direção: Cláudio Torres (Mesmo diretor de A mulher invisível)

Gênero: Comédia Romântica/Ficção

Tempo de Duração: 106 minutos

Ano de Lançamento: 2011

Grude: ★★★★½

 

“CALMA, eu quero que você fique absolutamente calmo e confie em mim…”

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jul 15 2011

[Resenha] Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte II

por Ricardo Lopes

“Harry Potter, the boy who lived come to die

E é com essa frase que eu digo, acabou. Tudo terminou. Depois de 10 (eu disse DEZ) anos o último filme do bruxo mais famoso de todos os tempos chegou ao fim, repleto de muita emoção, drama, efeitos especiais e muito choro (dos outros né?) nas salas de cinema, Harry Potter e as relíquias da morte – parte II fechou com chave de ouro toda uma saga.



Fui acompanhar de perto na pré-estreia (que acabou agora a pouco) com grandes expectativas de um final glorioso e marcante e posso afirmar sem sombra de dúvidas que todas as minhas expectativas foram alcançadas. O filme começa poucos segundos após o término da parte I, na cena em que Voldemort está sobre o túmulo de Alvo Dumbledore. (Aconselho a assistirem novamente a primeira parte) Tudo segue conforme o esperado e Harry continua em busca das quatro últimas Horcruxes afim de matar definitivamente o Lord Voldemort. A famosa escola de Hogwarts sendo dirigida por Severo Snape (Alan Rickman) ganha um ar frio e tenebroso e é nela que vemos as melhores partes do filme. E como aqui não somos a favor de spoiler, evitarei ao máximo falar destas partes.

Em nenhum outro filme vimos uma batalha tão intensa como nesta última parte, os efeitos especiais foram colocados na medida certa, fantástico e impecável. As batalhas entre os dois exércitos (se é que posso falar assim) arrancaram aplausos e gritos de torcida por parte dos espectadores. Foi bonito de assistir.

David Yates (diretor dos últimos 4 filmes) conseguiu transformar esté último filme no melhor de todos, um final melhor que esse seria impossível. Foi um verdadeiro presente aos fãs, visto que segundo os leitores da história, foi o filme mais fiel de todos. (Não posso falar nada porque não li, mas eu acredito hehe) E já vou premeditando, próximo ano esperem este nome na lista de indicados a melhor direção no Oscar: David Yates

Realmente fiquei impressionado com toda a história (todos os filmes) e com esse belíssimo final, tudo encaixando, redondo, perfeito. Esse vai ficar marcado e sem dúvida entra na minha lista de melhores filmes já visto.

E como prometido, assisti o filme em 3D. Aí vocês me perguntam: Vale a pena Ricardo? Pois eu digo que não. Isso mesmo, não vale a pena. Depois de acompanhar o 3D de Transformers 3 , posso afirmar que o 3D de Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte II é fraco. Não é ruim, mas não compensa pagar caro por algo que não influencia em nada ou quase nada no filme. BUT, é o último filme né pessoal? Vale a pena sim po… (hahaha)

Foi bom enquanto durou, muito bom. Realmente pra quem gostou dos outros, vai ficar impressionado com esse filme.

Informações Técnicas:

Título Original: Harry Potter and the Deathly Hallows – Part II

Título no Brasil: Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte II

Direção: David Yates

Gênero: Aventura, Romance, Drama, tem de tudo…

Ano de Lançamento: 2011

Grude: ★★★★★ Sem dúvidas, mais que merecido !

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jul 6 2011

[Resenha] Os Agentes do Destino

por Ricardo Lopes

E se o nosso “destino” fosse controlado por agentes de Deus? Bom, você pode ter uma idéia sobre isso assistindo Os Agentes do Destino (The Adjustment Bureau).


Pode parecer estranho falar sobre destino, sua vida traçada em uma espécie de plano, e você já pode ir imaginando que o filme é de Ficção Científica, correto? Pois eu digo que não. Está muito mais para um “romance leve” do que qualquer outra coisa. O filme retrata a história de David Norris (Matt Damon), um jovem político que após uma derrota nas eleições para o senado Nova Iorquino acaba conhecendo a gracinha da Emily Blunt interpretando a Elise, uma jovem bailarina com uma carreira promissora.

Vai chorar?

Por acidente, ou descuido talvez… David acaba encontrando estes agentes, seria os anjos do reino de Deus (lolwhat?) , e estas pessoas resolvem abrir o jogo pra ele e contar como tudo funciona. É bem simples, tudo que acontece na nossa vida está traçado em um plano (tipo um livro) e estas pessoas são agentes que controlam e impedem que as pessoas saiam do plano. O estranho é que eles (os tal agentes com seus poderes paranomais) falam que o David não pode ficar com a Elise pois isso afetaria o futuro dos dois e acabaria com os sonhos de ambos. David seria um grande político (de repente o presidente, talvez) e Elise uma famosa coreógrafa de um balé. Aí vem o romance, David não aceita e tenta buscar formas de burlar o SISTEMA. (hummm…. é quase a Matrix)

Dirigido por George Nolfi  e estralado por Matt Damon, que por sinal gosto muito dos trabalhos dele, Os Agentes do Destino foi lançado neste ano (2011) e saiu recentemente de cartaz nos cinemas. Pode até que alguém encontre em algum cinema ainda. Recebeu ainda críticas negativas e também positivas, pois afinal um filme intitulado como Ficção Científica e ficou com cara de Romance é no mínimo para perder pontos (se é que eu posso falar assim). Eu particularmente achei o filme divertido e interessante, porém com um final previsível e simples.

É uma boa dica para assistir acompanhado, mas não espere por nada expetacular.

Informações técnicas:

Título original: (The Adjustment Bureau)

Título no Brasil: Os Agentes do Destino

Direção: George Nolfi

Gênero: Ficção Científica (mentira, é romance)

Tempo de Duração: 105 minutos

Ano de lançamento: 2011

Grude: ★★★½☆

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