Arquivo Resenhas | Chiclete na Poltrona
abr 15 2013

[Resenha] Oblivion

por Bruno Pedrassani

Gostaria de parecer um crítico Milton Neves(ou um crítico, pra falar a verdade), ou quem sabe um pseudo-intelectual que odeia Big Brother e dizer que o filme é uma porcaria mal escrita, mas não vou, porque me diverti demais assistindo esse filme.

Obrívio!

Tom Cruise vive Jack Harper, um dos últimos habitantes do planeta Terra depois de uma invasão alienígena que destruiu a nossa lua e acabou com quase toda a superfície terrestre. A invasão foi rechaçada, mas não há muitas sobras na Terra. Vivendo em uma estação avançada juntamente com Victoria Olsen(Andrea Riseborough), Jack tem a função de patrulhar e proteger tanto os dróides que patrulham a Terra. defendendo-a dos “Scavs”, quanto as usinas que recolhem o último recurso que a Terra ainda possui: a água.

Estando nas últimas semanas da missão, Victoria só quer saber de ir embora pra Titã – a lua de Saturno onde a população vive agora -, mas Jack não está tão certo. Além de ter sonhos com uma mulher estranha(Olga Kurylenko) que ele não conhece(a memória de Jack e Victoria foi apagada para fazer a missão), ele sente um apego à Terra que não consegue explicar.

Em uma missão de recolher um dróide e consertá-lo depois de um ataque dos “Scavs”, Jack passa por algumas situações que põem em cheque tudo que ele acredita e conhece. Mas isso foi só o começo. Tudo culmina quando uma sonda vinda do espaço cai na terra.

Não vou falar mais que isso pra não estragar a trama. O filme tem um monte de clichês sim(a maioria bem utilizado, então sem problemas), teve alguns erros de continuidade(não vou falar aqui pra não estragar pra vocês), e até o final dá pra se prever depois que você conhece a reviravolta da história. O filme poderia até ter trabalhado mais alguns personagens, como o do Morgan Freeman, ou o do Nicolaj Coster-Waldau(o Jaime do seriado Game of Thrones), mas quer saber? Nada disso importa.

A história tem uma virada muito boa, e a ideia toda é bem executada. Os cenários lembrando Wall-E são muito bons, além dos efeitos visuais serem lindíssimos. Os sacrifícios de cada personagem são críveis, e o final é meio perturbador, mas eu gostei. Tom Cruise parece um menino(esse cara não envelhece!) e atua bem, a música é boa demais(apesar que lembra demais Tron e Batman, mas tudo bem).

Pra um filme que eu realmente não esperava muito, a surpresa foi muito boa. Fãs de ficção-científica vão gostar, nem que seja só das referências.

Informações Técnicas:

Título Original: Oblivion

Título no Brasil: Oblivion(olha!)

Direção: Joseph Kosinski

Gênero: Ficção Científica

Duração: 124 minutos

Ano de Lançamento: 2013

Origem: EUA

Custo: $120 milhões

Grude: ★★★★☆

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fev 19 2013

[Resenha] O Lado Bom Da Vida – Silver Linings Playbook

por Bruno Pedrassani

Com o peso de oito indicações ao Oscar e inúmeros outros prêmios e mais indicações, fui assistir O Lado Bom Da Vida com grandes expectativas, principalmente quanto a Jennifer Lawrence, que depois de ser a segunda atriz mais jovem indicada ao Oscar com O Inverno da Alma, já promete bom filme.

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A história gira em torno de Patrizio Solitano Jr.(Bradley Cooper) – um homem que sofre de bipolaridade – e Tiffany Maxwell(Jennifer Lawrence) – uma viúva que se recupera de vício em sexo.

Solitano passou oito meses em um manicômio, se recuperando da sua última crise de bipolaridade, onde quase matou o amante da sua mulher e, de brinde, “ganhou” uma ordem de restrição de 150 metros da mulher. E, mesmo traído, ele sai querendo fazer de tudo pra ter sua mulher de volta. Nesse caminho de recuperação, ele se depara com Tiffany.

Tiffany parece tão maluca quanto ele, e isso já fica exposto no primeiro encontro entre os dois. Além da tensão sexual que existe já de largada, ambos acabam se encontrando quase todo dia. Como Tiffany é irmã da melhor amiga da mulher de Solitano(mas que ele não pode nem chegar perto), acaba surgindo uma parceria: Tiffany pode entregar uma carta de Solitano pra sua mulher, Nikki(Brea Bee), às escondidas, mas com a condição de que Solitano a ajude com seu festival de dança.

É uma história relativamente simples, mas com o elemento da “loucura” dos protagonistas. Elemento este que é constantemente posto em cheque e debatido no filme, principalmente quando o foco fica na família de Solitano e seus problemas com seu pai, Patrizio Solitano(Robert De Niro). Se por um lado eu achei que o filme poderia ter uma carga mais dramática, diminuindo na parte cômica, por outro lado é possível entender porque David O. Russel escolheu esse caminho mais, digamos, popular.

Só que mesmo simples no conceito, a história não sofre de nenhuma falta. No final você se identifica com Tiffany e Solitano e suas loucuras, afinal, quem não é louco aqui? E a superação de cada um, a maneira como se ajudam, o dilema com o pai e o irmão, os vícios de cada um, tudo mostra nada mais do que a vida normal numa roupagem mais extrema.

Outro ponto que deve ser ressaltado é que David Russel tem a capacidade de arrancar boas atuações. Não é à toa que há 4 indicações ao Oscar nas categorias de atuação(melhor ator, atriz, ator coadjuvante e atriz coadjuvante). Lawrence está excelente, e a química com Cooper ficou muito boa. De Niro está bem como há tempos eu não via, e Jacki Weaver(a mãe de Solitano) convence bem. Gostaria que Lawrence levasse a estatueta, mas acho que não leva(se quiser saber por que, ouça o próximo Chclast!).

Mas aviso: o filme ainda é uma comédia romântica. Leve sua namorada, ficante, mulher pra ver junto se quiser tranquilamente. Há drama sim, mas é comédia romântica. Esteja avisado, caro leitor do sexo masculino. Para as leitoras, aproveitem a bela obra. Não desapontou.

Informações Técnicas:

Título Original: Silver Linings Playbook

Título no Brasil: O Lado Bom Da Vida

Direção: David O. Russel

Gênero: Comédia Romântica/Drama

Duração: 122 minutos

Ano de Lançamento: 2012

Origem: EUA

Custo: $21 milhões

Grude: ★★★★½

CURIOSIDADES: No começo, David Russel queria trabalhar com Vince Vaughn e Zooey Deschanel, mas não rolou. Mark Wahlberg também foi cogitado, mas não pode por causa de agenda. Cooper iria trabalhar com Russel na adaptação de Orgulho Preconceito e Zumbis, mas como o filme não aconteceu, acabou vindo pra este. Tem mais. Anne Hathaway estava escalada pra ser Tiffany, mas devido a conflitos com a gravação de Batman – The Dark Knight Rises, ela largou. E nem assim Lawrence era cogitada(Russel a achava muito nova pro papel: ela tinha 21 pra contracenar com Cooper, de 37). Foram cogitadas antes:  Elizabeth Banks, Kirsten Dunst, Angelina Jolie, Blake Lively, Rooney Mara, Rachel McAdams, Andrea Riseborough e Olivia Wilde. No final, Russel cedeu, deu um teste pra Lawrence e hoje é o que vemos. Não posso parar de pensar todos os citados anteriormente perderam uma chance de ouro pra mostrar boa atuação. Mais um ponto pra Jennifer Lawrence.

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fev 4 2013

[Resenha] Les Misérables – Os Miseráveis

por Ricardo Lopes

Depois de algum tempo sem escrever, por falta de tempo (leia preguiça), não poderia deixar de vir aqui falar (por livre e espontânea pressão do meu camarada Bruno Pedrassani) meus humildes comentários a respeito de “Os Miseráveis”. Obra adaptada do musical da Brodway que por sua vez foi inspirada na obra do escritor Victor Hugo (O corcunda de Notre-Dame).

Os_Miseraveis

Não sou aficionado por musicais ou tão pouco por filmes que se passam nesse período da revolução francesa, mas o elenco com Hugh Jackman, Russell Crowe, Anne Hathaway e Amanda Seyfried me chamou a atenção. Eis que “arrisquei”, para nooooooossa alegria minha felicidade, e já vou jogando na cara o seguinte: SENSACIONAL !
Pra quem não conhece a história, ela se passa em meio ao séc. XIX durante a revolução francesa e conta a história de Jean Valjean (Hugh Jackman) que por roubar um pão para alimentar uma irmã mais nova acaba sendo preso e sendo condenado a passar mais de vinte anos na prisão, praticamente como um escravo. Digo mais de vinte anos pois no filme não especificou bem sua pena, e até a sua fuga ele tinha cumprido 19 anos de prisão. Após sua fuga ele começa a ser caçado até o fim de seus dias pelo oficial Javert (Russel Crowe) e em meio os anos que se passam vemos algumas histórias entrelaçadas, como romances, etc…

Aproveitando a deixa pra falar dos personagens, não poderia deixar de comentar da carismática Anne Hathaway, que interpreta a  jovem Fantine, uma  empregada de Jean que após ser “demitida” da fábrica do senhorio, acaba tendo que se prostituir para conseguir sustentar sua filha, ainda pequena, Cosette (interpretada quando adulta por Amanda Seyfried). É impressionante como todos os personagens se entregam ao filme e conseguem te passar a emoção que estão vivenciando no momento. As músicas durantes suas falas realça o sentimento e fica ainda mais fácil de transmitir tamanha emoção.

Anne HathawayAdeus cabelo…

Novamente, a atuação dos atores é sensacional, de todos. O roteiro é excelente, a melodia se encaixa perfeitamente durante o diálogo. Como não tenho o costume de ver musicais com frequência, inicialmente fui me acostumando mas logo fui me envolvendo com o filme a ponto de não parar nem pra piscar.

Mais que merecidas as indicações ao Oscar de Melhor filme, Melhor ator (Hugh Jackman), Melhor Atriz Coadjuvante (Anne Hathaway), Melhor Canção original, Melhor maquiagem, Melhor figurino, Melhor direção de Arte e Melhor mixagem de som. Dessa vez o Oscar não errou (pelo menos nas indicações). Achei realmente merecido.

Bom, já deu pra perceber que eu achei o filme muito bom. Os Miseráveis é daqueles filmes que você indica a alguém quando te perguntam que filme assistir em um fim de noite. Então, amigos… assistam sem medo. Vale a pena.

Informações Técnicas:

Título Original: Les Misérables

Título no Brasil: Os Miseráveis

Direção: Tom Hooper

Gênero: Musical / Drama

Duração: 2h38min (Longo, mas não é cansativo)

Ano de Lançamento: 2013

Origem: Reino Unido

Grude: ★★★★½

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jan 25 2013

[Resenha] Insidious – Sobrenatural

por Bruno Pedrassani

Bons filmes de terror não são fáceis de encontrar. Pra cada boa obra, normalmente vemos aproximadamente 23,2 obras genéricas com história ruim que só querem te dar um sustinho mequetrefe.

Por isso é bom ficar de olho sempre em notícias e indicações de filmes de terror. No caso, fiquei com vontade de ver Sobrenatural quando noticiamos os vencedores do Scream Awards 2011, e por saber que ele é independente. Apesar de não ter sido consagrado, Sobrenatural estava entre os indicados, então foi o suficiente pra entrar na minha lista.

Insidioso

A história é bem comum: casal com filhos se muda pra uma casa nova e coisas estranhas começam a acontecer. Coisas saindo do lugar, barulhos estranhos, vultos. Em várias partes é possível ver uma semalhança inacreditável com Atividade Paranormal(também pudera, é o mesmo produtor, Oren Peli). A diferença aqui é que um dia um dos filhos, Dalton(Ty Simpkins) vai até o sotão, cai, e bate a cabeça. Algo mais acontece ali, mas tudo parece normal, ele não se machuca muito. Ele vai dormir e não acorda mais. Entra em um estado que parece coma, mas os médicos não sabe o que é, visto que ele não tem nenhum trauma nem dano cerebral. Dalton simplesmente não acorda.

Passam-se vários meses com Dalton desacordado, e coisas estranhas continuam acontecendo na casa. Como o maridão, Josh Lambert(Patrick Wilson), fica muito tempo fora de casa trabalhando, Renai(Rose Byrne) já está convencida de que a casa está mal assombrada.

Aqui devo ressaltar que o filme é bem trabalhado. Você não chega a ver nada, então a construção do terror psicológico nessa primeira parte é muito boa. E como de praxe, só a mulher via/ouvia as coisas, será que ela está ficando louca? Então há outra boa sacada: a mulher pede pra sair da casa, e Josh aceita. Eles se mudam. Normalmente em filmes o cara insiste em ficar na casa e a porcaria acontece. Só que, nesse caso, não era a casa que estava mal assombrada, o problema era com Dalton.

Na mudança de casa é que o filme meio que se perde. Foi muito bem construído no começo, só que a segunda parte do filme dá explicações demais, certeiras demais pra esse tipo de “evento”. Chamam a “especialista”(sempre tem alguém desse tipo em filmes de terror), e de tanta coisa que ela sabe, ela até parece suspeita.

Quando terminei de assistir o filme, a primeira coisa que pensei é que o final tinha sido ruim, mas depois analisando melhor não foi isso. O final é até bem bolado, mas acredito que foi a segunda parte do filme estragou um excelente potencial de filme. Veja bem caro leitor e leitora, o filme não é ruim, mas poderia ter sido excelente. Ele acabou sofrendo do mesmo problema que o REC² sofreu: explicações demais.

As atuações foram bem convincentes, com destaque pra Rose Byrne. Gostei bastante dela nesse filme. Quanto ao Ty, bem, digamos que a capa não faz jus ao filme. O moleque passa quase todo o filme dormindo! Não precisou fazer muita coisa, e o cartaz indica uma coisa que, bem, não é verdade. Olhando o cartaz parece que a criança está possuída e que ele vai tocar o terror em todo mundo. Não acontece.

No final das contas, é um filme assistível. Talvez eu tenha esperado demais dele(e a primeira parte estava nas expectativas!), e esse é o mal da expectativa. E como todo bom filme de terror independente que faz sucesso, já temos uma sequência pra sair agora em 2013.

Informações Técnicas:

Título Original: Insidious

Título no Brasil: Sobrenatural

Direção: James Wan

Gênero: Terror

Duração: 102 minutos

Ano de Lançamento: 2010

Origem: EUA

Orçamento: 1,5 milhão de dólares em barras de ouro que valem mais do que dinheiro (e já faturou quase 100 milhões, pra você ver o tamanho do sucesso)

Grude: ★★★½☆

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jan 23 2013

[Resenha] Django Livre

por Bruno Pedrassani

Quando apareceram os créditos iniciais escritos naquela fonte que remete aos antigos filmes de faroeste, e com a excelente música que o Tarantino escolhe como ninguém(em Ennio Morricone minha gente), eu já pensei esboçando um sorriso: pronto, já posso ir embora porque o filme já valeu a pena. Sério, pensei isso nos créditos iniciais.

Provavelmente quem aprecia um bom faroeste deve ter esboçado o mesmo sorriso que eu, porque foi completamente nostálgico. Mas é claro que, em se tratando de Tarantino, a coisa não iria ficar na nostalgia, e é por isso que qualquer um que goste de violência e vingança, vai gostar desse filme.

Djangooooo!

 

O filme começa em 1858, 2 anos antes da guerra civil, mostrando nosso Django(Jamie Foxx) ainda acorrentado e escravo. Dr. King Schultz(Christoph Waltz), que estava à procura de Django, o encontra e, já à maneira Tarantino, o “compra” dos seus antigos captores.

E assim, Django perde as correntes mas ainda não está livre. Pra conquistar sua liberdade, Django precisa ajudar Dr. King – que é um caçador de recompensas – a encontrar os irmãos Brittle, pois Django já teve contato com eles. E então se inicia a aventura improvável de um escravo negro e um alemão caçador de recompensas.

A história se desenvolve muito bem, não se enrola demais em nenhum ponto, e Dr. King ainda te arranca umas risadas. Desde o treinamento de Django como caçador de recompensas, até a busca final pela esposa(Kerry Washington) do ex-escravo, Dr. King está lá ajudando com ideias totalmente não ortodoxas e muito sangue.

Aliás, quando você conhece o monsier Calvin J. Candle(Leonardo DiCaprio) é que o filme fica realmente tenso, pois você vê que ele é um ricaço esperto, e a dinâmica entre Dr. King, Django e Candle parece que pode explodir a qualquer momento. Inclusive, é na fazenda do ricaço que você vê como era ser negro antes da guerra civil. Há cenas realmente angustiantes, e nisso podemos parabenizar DiCaprio por der feito um excelente papel.

E já que citei papel, preciso falar sobre essa indicação do Waltz a melhor ator coadjuvante: furada! Não porque ele atuou mal, muito pelo contrário, ele é o filme! Só porque o nome do protagonista é Django, ele não pode ser indicado para melhor ator principal(on a leading role). Mas sério, ele é quem mais aparece no filme, ele é quem faz o filme acontecer. Não que Foxx seja mal ator(porra, ele arrebentou em Ray), mas a atuação de Foxx não tem nada demais, até porque o papel não exige muito. Já Waltz, se ganhar o Oscar novamente, foi merecido.

Outras coisas que valem serem destacadas: trilha sonora – impecável. Sangue – muito sangue. Violência – violentamente bastante. Tarantino fazendo ponta e morrendo idiotamente como em todos os filmes dele – sensacional.

Não há mais o que citar. Seja pra apreciadores do antigo faroeste, ou simplesmente apreciadores de uma boa obra de vingança, o filme vale cada centavo. Cena final à lá Scarface foi um a mais.

Informações Técnicas:

Título Original: Django Unchained

Título no Brasil: Django Livre

Direção: Quentin Tarantino

Gênero: Faroeste

Duração: 165 minutos

Ano de Lançamento: 2012

Origem: EUA / Nova Zelândia

Orçamento: 100 meeeelhões de doletas

Grude: ★★★★½

PS: na saída do filme, escutei um casal conversando sobre o filme. Basicamente o cara perguntando pra mulher se ela tinha gostado. Ela disse que achou algumas cenas de violência exageradas. Hahaha, tive que rir. Tarantino realmente tende a fazer as coisas mais espalhafatosas(vide Kill Bill), mas os tiroteios de Django Livre são muito bons. Se em filmes comuns você vê um cara morrendo e ele sai de cena, aqui  o cara morria e continuava sendo fuzilado, porque bem, o corpo dele ainda está no meio do campo de batalha. Sensacional.

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