[Resenha] O Hobbit – Uma Jornada Inesperada
Férias acabaram, festa duro acabou, voltamos às resenhas :).
Vou começar com uma bomba: melhor 3D que vi na vida, só que não é o do Hobbit. O 3D do Hobbit é bem feito e não incomoda, mas fui assistir essa obra de arte no IMAX e, antes de começar o filme, passou uma cena completa de nove minutos do novo Star Trek – Além da Escuridão – e meu amigo, esse Star Trek novo promete.
Voltando ao Hobbit.
Chicleteiros, é até difícil falar sobre o filme. Ver a terra média novamente e todos os Hobbits já valeu cada centavo. Ouvir as músicas e ver anões cantando foi de arrepiar. Ver o Gollum(Andy Serkis) novamente, com pegadinhas no escuro(!) e relembrar o livro é nostálgico.
A história, pra quem vive fora da Terra e ainda não sabe, é sobre um grupo de anões, liderados por Thórin Escudo-de-Carvalho(Richard Armitage), que juntamente com Gandalf, o mago cinzento(Ian McKellen), e Bilbo Bolseiro, o Hobbit(Martin Freeman), decidem ir recuperar o lar de tais anões que está dominado por um Dragão.
No começo do filme já mostra a história dos anões, o dragão chegando, os anões indo embora, os problemas com os elfos e o porquê da raiva entre as raças. Se por um lado essa motivação de recuperar o lar dos anões é diferente da do livro original, acredito que ficou excelente para a película, e muito bem construída.
Mas como o filme foi dividido em três partes, obviamente o dragão ficará pra parte final. Nessa primeira parte, os reais inimigos do grupo inesperado são os Orcs e seu líder, que prometeu acabar com toda a raça de Thórin. Aliás, por falar em Thórin, a história do nome dele que passa no filme também é de arrepiar.
São tantas cenas memoráveis pra falar aqui que vou parar. Sério, por mais que em alguns momentos o filme parecesse arrastado, tudo que o Peter Jackson fez deixou o filme épico. Todas as cenas são épicas, excelentes, mesmerizantes. Galadriel aparecendo foi estupefato. Radagast e seus bixos na floresta é capaz de arrancar lágrimas. Trolls trollando na floresta é cômico. O filme tem de tudo, mesmo que se alongue por algumas vezes.
No campo de atuações, no começo eu estranhei um pouco o Martin Freeman como Bilbo, mas logo que você percebe os maneirismos, o jeito nervoso de Hobbit, a maneira de fazer tudo, não só me acostumei como achei uma excelente atuação. Armitage como Thórin também mandou muito bem, e McKellen não precisa nem ser citado.
No final das contas, acho que foi um filme pra fã. Tem um carinho incrível na execução, e parece que tudo foi épico. Eu, como fã que sou, achei o filme sensacional.
Informações Técnicas:
Título Original: The Hobbit – An Unexpected Journey
Título no Brasil: O Hobbit – Uma Jornada Inesperada
Direção: Peter Jackson
Gênero: Épico/Aventura/Fantasia
Duração: 169 minutos
Ano de Lançamento: 2012
Origem: EUA / Nova Zelândia
Orçamento: Entre 200 e 315 milhões de Obamas
Grude: 
















