Arquivo Cinebiografias | Chiclete na Poltrona
jun 18 2010

Cinebiografia de Silvio Santos

por Ricardo Lopes

Edson Celulari foi o escolhido para representar o apresentador Silvio Santos em sua cinebiografia, que será baseada no livro “A fantástica história de Silvio Santos” do jornalista Arlindo Silva.

Apesar do livro ter sido lançado em 2000 é bem provável que outras histórias após essa data estejam na película também, como é o caso do sequestro de sua filha em 2001.

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Todos conhecem um pouco da história do apresentador, que de um garoto pobre passa a ser um dos maiores apresentadores e empresários do Brasil.

As filmagens começam em julho deste ano para que tenha sua estréia programada para dezembro de 2011, coincidindo com o aniversário de 80 anos do apresentador.

Particularmente, acho que será uma bela história a ser passada na telona. Nos resta aguardar…

Fonte: [Rapadura]

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abr 3 2010

The Lord of the Rings – O Senhor dos Anéis

por Ricardo Lopes

Como um amante de RPG e do fantástico mundo criado por J. R. R. Tolkien, eu não poderia deixar de falar de uma das adaptações mais geniais para o cinema já visto. Um filme que revolucionou o cinema com seus efeitos especiais, sua história única e um universo totalmente novo de muitos ja criados. “O Senhor dos Anéis”.

A sociedade do anel foi lançado nos EUA no dia 19 de Dezembro de 2001 onde conquistou a crítica e o público mundial por ser fiel a sua obra original. Lucrando $870 Milhões pelo mundo, fez com que ele fosse o 5º filme mais lucrativo na época, redendo ainda 13 indicações e 4 Oscar. Este é o primeiro filme da trilogia e é a partir dele que conhecemos um pouco de cada personagem.

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Hobbits, anões, elfos, magos, orcs, são alguns dos muitos personagens criado por Tolkien e mostrados no primeiro filme. Com lutas geniais e fantasia nórdica, a aventura se inicia com Frodo bolseiro, um hobbit que é designado a ser o portador do “Um anel” (um anel criado pelo senhor das trevas, Sauron) e levá-lo ao local de sua criação para ser destruído. É ai que recebe a ajuda dos outros personanges principais da trilogia: Aragorn, Legolas, Gimli e Sam.

A Sociedade do Anel Esta é a sociedade do anel,
formada por 9 membros.

O segundo filme da trilogia intitula-se de “As duas Torres”, fazendo referência as torres, de Sauron o senhor das trevas e Saruman o mago traidor. O filme inicia após o desmembramento da “Sociedade do anel” e com a busca pelos dois hobbits (Merry e Pippin) capturados pelos Uruk-hai.  Aragorn, Legolas e Gimli após deixarem Frodo seguir sua jornada com Sam, partem atraz dos hobbits capturados. A partir dai é que é nos mostrado o poder dos efeitos especiais com uma grande batalha no abismo de helm. O filme nos mostra vários novos personagens significativos na história como os Ents, que fazem uma certa diferença na hora da batalha. Apesar da obra ser extremamente bem feita, o filme não foi agradado pela crítica, porém o público diz o contrário, ja que “As duas Torres” foi a 4ª maior bilheteria (em faturamento) registrada de todos os tempos com US$ 920 milhões em todo o mundo.

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O filme foi lançado em 2002 recebendo vários prêmios e indicações pelo mundo. No Oscar foi contemplado com 6 indicações e 2 prêmios: Melhor efeitos visuais e Melhor som, pouco para o que se esperava, porém recebeu 57 outros prêmios e dando um total de 130 indicações. Convenhamos que é bastante coisa pra um único filme. Particularmente vejo a segunda parte da história como um início ou um “tira-gosto” do que estava pra vir no 3º.

No ano de 2003 contemplamos o final da saga de Frodo com o 3º e último filme da trilogia. O Retorno do Rei.

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Um filme que podemos dizer que foi campeão. Recebendo 11 indicações ao Oscar de 2003, o Retorno do Rei arrebatou as 11 estatuetas e entrou para a história do cinema mundial. O filme segue seu curso com Frodo cada vez mais próximo a Mordor. Aragorn, Legolas e Gimli buscando a ajuda de Guerreiros Fantasmas e Gandalf juntamente com os fascinantes Cavaleiros de Rohan travando uma batalha épica em Minas Tirith.

Com um ar explicativo, O Retorno do Rei traz elementos que nos explica melhor a história do filme,  como a volta de Aragorn as terras de Gondor, que assim entedemos o real significado de seu personagem no filme e da importância que é o Rei de Gondor, afinal é aquele que traz a esperança ao povo para a improvável vitória.

Este, sem dúvida é um dos melhores filmes que ja vi na “telona”. E quem gosta de grandes batalhas, fantasias ligadas aos efeitos especiais, não pode deixar de assistir essa incrível história de J. R. R. Tolkien.

PS: Para os fãns uma ótima nóticia. Há rumores de que a trilogia Senhor dos Anéis ganhará sua versão 3D. O cineasta James Cameron em entrevista a revista Empire disse que esta trabalhando em uma nova tecnologia para a reformulação de filmes 2D para 3D. Capaz de O Senhor dos Anéis em alguns anos ser novamente campeão de bilheteria sendo um remake. hehehhe..

Assistam aos filmes, vale a pena.

Grude: ★★★★★

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fev 24 2010

Jogos Mortais: Praticamente uma Cinebiografia de Jigsaw

por Bruno Pedrassani

Quando o primeiro Jogos Mortais foi lançado – com um orçamento ridículo perto de outros filmes do gênero e filmado em somente 18 dias – foi um sucesso de público e de crítica. Eu particularmente fiquei estupefato com o final, e ali tornei-me um fã do filme. Uma curiosidade é que o cineasta/ator Leigh Whannell fez o roteiro(juntamente com James Wan) e atuou no filme. Ele é o Adam, o primeiro ator a aparecer no primeiro filme.

Jogos Mortais I

Esse primeiro filme ainda conta com o conhecido Danny Glover, mas pãtz, o policial que ele interpreta é tão imbecil que chega a dar raiva, e lança Tobin Bell como o marcante Jigsaw. Tobin Bell se mostrará implacável e excelente nos outros filmes.

Depois do sucesso do primeiro filme, claro que as produtoras viram a oportunidade de filar mais uma graninha criando mais uma série de filmes, e decidiram lançar uma sequência. Jogos Mortais 2 foi escrito pelos mesmos Leigh e James do primeiro, mas com um ar meio de Reality Show, não me agradou muito a primeira vez que vi.

Jogos Mortais II

O fato é que toda a sequência(até o Jogos Mortais 6 até agora) é um emaranhado de acontecimentos sobre as vítimas e sobre Jigsaw que é difícil de entender. Vale a pena pegar todos os filmes e ver desde o primeiro, dando tempo pra captar o que está acontecendo. Quando vi Jogos Mortais 3 – ainda escrito pela dupla já citada e dirigido pelo mesmo diretor do segundo filme, Darren Lynn Bousman – achei que estava acompanhando os acontecimentos. O problema começou quando assisti Jogos Mortais 4.

Jogos Mostais IIIJogos Mortais IV

O final do quarto filme mistura tudo, e parece impossível conceber que os fatos ocorreram no tempo em que são expostos. Eu só entendi realmente tudo quando assisti toda a hexalogia(será que existe isso?) pela segunda vez.  A dupla que escreveu os outros filmes ainda está por trás deste quarto, mas como produtores executivos.

Jogos Mortais 5 já teve um novo diretor, David Hackyl, e neste fica claro que a sequência de acontecimentos segue logo após o quarto filme. É importante destacar isso, porque nos outros filmes temos idéia de quando acontecem, mas não temos certeza.

Jogos Mortais V

Jogos Mortais 6 também acontece em sequência ao quinto, e ambos os últimos filmes seguem a proposta de armadilhas sangrentas e teorias um tanto quando distorcidas. Outra coisa interessante é que, como todos os filmes da série, o último também deixa aberta a idéia de uma continuação.

Jogos Mortais VI

Jigsaw é um antagonista daqueles que despertam a simpatia do público. Ele tem um senso de justiça um tanto quanto distorcido para a sociedade atual, mas isso não joga contra ele. De fato, é quase a mesma idéia que faz com que gostemos tanto da série Dexter. Jigsaw é um tanto único, e é interessante ver como conseguiram expremer história pra 6 filmes, mesmo depois dele morrer. Vamos ver até quando vai isso,

Agora, tenho que dizer que os policiais dos filmes são imbecis demais. Meu, os caras estudam os padrões do Jigsaw, sabem como tudo funciona, sabem o que ele faz, mas quando chega a vez de algum deles “jogar”, fazem tudo errado. Está certo que tem que ter filme, mas uma hora o policial aparecer todo esperto e na outra fazer só burrada é meio forçado.

Apesar de que muita gente pode achar que vários acontecimentos foram meio forçados, peço que assistam os filmes em sequência sem dar muito tempo pra esquecê-los. Depois que entendemos a cronologia de cada um deles, realmente parece que temos uma Cinebiografia de um assassino que nunca matou ninguém.

PS: não dá pra negar que os cartazes de divulgação são no mínimo bem bolados.

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