Arquivo Curiosidades | Chiclete na Poltrona
dez 27 2011

Maiores Fracassos do Cinema em 2011

por Bruno Pedrassani

Esclarecendo algumas coisas de antemão:

  • Maiores Fracassos não significa necessariamente que o filme foi um fracasso, mas sim, que ele não atingiu(ou ficou longe) da meta da produtora;
  • Um filme arrecadar o mesmo que seu custo não significa que ele é exatamente um sucesso, muito menos que deu lucro;
  • Esta é só uma lista; não significa que é definitiva(o ano ainda não acabou até a publicação dessa postagem);
  • Não estão em ordem do “mais fracassado” para o “menos fracassado” nem nada do gênero;
  • Todos os valores abaixo são em milhões de dólares;
  • Fonte Hollywood Reporter via Omelete
Filme Orçamento Arrecadação Variação
Marte Precisa de Mães 150 39 -111
Sucker Punch – Mundo Surreal 82 89,8 7,8
Arthur – O Milionário Irresistível 40 45,7 5,7
Lanterna Verde 200 219 19
Cowboys & Aliens 163 178,8 15,8
Glee: The 3D Concert Movie 9 18,7 9,7
Conan – O Bárbaro 90 48,8 -41,2
Não Sei Como Ela Consegue 24 30,5 6,5
A Coisa 38 27,4 -10,6
The Big Year 41 7,4 -33,6
Dário De Um Jornalista Bêbado 45 21,6 -23,4
Anonymous 30 14 -16
Roubo Nas Alturas 75 126,3 51,3
Happy Feet 2 135 115 -20
Noite de Ano Novo 56 54,9 -1,1

De todos esses, sinto uma certa “pena” somente do Sucker Punch, o qual achei um filme bom e audacioso de Zack Snyder. De Conan não esperava nem que pagasse as contas mesmo. Agora, Marte Precisa de Mães? Com um nome desses nem os adoradores de Restart vão querer ver o filme.

Engraçado é ver o Roubo Nas Alturas, que mesmo com 51 milhões de obamas a mais que seu custo, é considerado um fracasso. Acho que o filme deveria mudar de nome para Expectativas Nas Alturas hein?

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out 13 2011

Como você escolhe seus filmes?

por Bruno Pedrassani

Vivendo em tempos onde Hollywood lança filme atrás de filme, explorando franquias até a última gota, criando besteiróus(ou seria besteiroles? ou besteiróis?) a cada American qualquer-coisa que consigam, remakes de filmes lançados a menos de 5 anos, reboot de franquias, chupinhagem de boas histórias de quadrinhos e ainda, assassinato de histórias de jogos de vídeo-games, eu pergunto: como você escolhe seus filmes? Ou você simplesmente vê o que passa na sessão da tarde?

Isso que citei somente filmes que saem da gigante norte-americana. Temos ainda filmes alternativos, de baixo orçamento, filmes de Bollywood, enfim, uma infinidade de películas. Existem muito mais horas de filmes gravados do que é possível que você assista durante uma vida, e sendo assim, é necessário escolher o que você vê – obviamente no caso de que você goste de filmes como este humilde chicleteiro.

Há uma regra-senso-comum que quase sempre funciona na escolha de um bom filme: o elenco. Eu digo que quase funciona porque ela já é tão senso comum que as produtoras se aproveitam disso pra promover filmes porcaria. Mais ou menos no estilo: se tem o Dustin Hoffman no elenco, filme ruim não deve ser. Normalmente é uma boa regra se você conhece o elenco, ou o ator/atriz predileto, mas é claro que até uma estrela cinematográfica pode fazer uma escolha ruim. Acontece, Nicholas Cage que o diga.

Mas e quando você não conhece pessoa alguma do elenco? Não tem como usar a primeira regra. Então, partimos pra segunda regra: o diretor. Nesse ponto mais da metade da população cai fora, porque não são todos que percebem quem está na direção, mas é algo importantíssimo. Se você conhecer a obra de tal diretor, provavelmente ele não vai te decepcionar.

Aqui a coisa começa a ficar mais obscura. Chuto pelo sistema chicleteiro de estatísticas e grudes aleatórios, que 90% da população escolhe(quando escolhe) seus filmes por essas duas primeiras regras, ou por indicação de amigos/parentes/conhecidos/primo da vizinha.

Só que há outros indicadores de que um filme pode ser bom. Produtor é um exemplo. Vou dar fato: sabe o filme A Garota Da Capa Vermelha, que num primeiro olhar parece uma bomba por ser dirigido pela mesma diretora de Crepúsculo? Então, não é um filme ruim. Eu decidi ver o filme porque o produtor executivo é Leonardo DiCaprio, que é extremamente competente.

É claro que de vez em quando você tem que arriscar, pois não há como conhecer todo mundo na indústria, e há de se dar chance a novas promessas.

Por último há ainda a opção de ler críticas e resenhas – o que dá mais trabalho, diga-se de passagem. Mas eu não digo crítica qualquer, porque senão você pode cair na cilada(é uma bilada, cino!) de pegar um crítico Milton Neves. Falo de uma crítica/resenha que te dê direções se você vai gostar ou não do filme, que não seja uma tentativa imparcial. É o que tentamos fazer aqui no chiclete, mas esse não é um texto propaganda(o chiclete nem vai me pagar nada mesmo :P ). Seja no chiclete, no Omelete, no MRG ou Cinema com Rapadura, o que importa é se você confia em quem está falando, ou se, no mínimo, sabe escutar uma opinião contrária e mesmo assim definir se serve ou não pra você.

É claro que esse não é um texto definitivo e muito menos serve pra 100% do filmes, mas garanto que com um pouco de cuidado, a qualidade do que você assiste vai melhorar assustadoramente. Pra você, que é o que interessa.

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set 26 2011

Informações Chicleteiras e Chicletísticas

por Bruno Pedrassani

Senhores leitores deste que é o melhor site de resenhas e notícias cinematográficas do universo; venho aqui repassar algumas informações muito boas sobre o Chiclete.

Antes de mais nada, toda a equipe do Chiclete agradece a todos os leitores que nos ajudam, seja criticando, seja simplesmente comentando, ou ainda, seguindo os nossos perfis em redes sociais. Aliás, quem segue o nosso perfil no Facebook(é só clicar em Like ali na direita ó) ou o perfil @doChiclete(ou ainda, qualquer perfil dos nossos autores, veja nesta página) no twitter, já soube de várias dessas notícias com antecedência! Taí, mais um motivo pra vocês nos seguirem ;)

No dia 18/09, o Chiclete teve seu “debut” em mídias impressas. Confessamos que nunca tivemos sequer a pretensão de sair em jornais e afins, mas bem, a oportunidade veio, e cá estamos. O jornal é o Gazeta do Oeste, dêem uma olhada no portal deles, mas nem todos os textos saem lá, énecessário comprar o jornal mesmo. O texto foi este deste que vos escreve, segue o scan(se quiserem reclamar da qualidade, reclamem com o @ricardowl)

Bruno e Chiclete no Gazeta. É nóis!Clique na Imagem pra ver ela grandona!

Ontem, 25/09, saiu outro texto, dessa vez foi este do Marcos Costa(Vivi para os íntimos):

Vivi e Chiclete no GazetaJá sabe o que fazer

No jornal de ontem há ainda mais duas colunas sobre o Chiclete, inclusive uma com foto de Ricardo(Riri para os íntimos), mas esses scans aí só vamos liberar nos próximos dias pelas redes sociais. Conteúdo exclusivo e tal.

Agora uma trolladinha que fizemos, porque nóis também é troll nesse mundo chamado internétê.

Como vocês DEVEM SABER(ok, devem saber nada), nós não fazemos isso aqui pra ganhar dinheiro. Prova disso é que se olharem nosso site, não há NENHUM anunciante. NENHUM. Gostamos de manter o site limpo, mesmo estando em um servidor próprio(sim, temos várias despesas com o site). Então que uma despesa foi esta:

Chiclete no Tuíster Prostituto do IzzyNobre

Pra quem não conhece, esse aí de cima é o @IzzyNobre, e o bixo tem um tuíter com trocentos mil seguidores. Ele não tem nenhuma relação com a gente, a não ser os 5 dólares que pagamos a ele por essa tuítada aí. Sim, ele usa o tuíter dele como modo de prostituição, e nós nos aproveitamos disso. Shame on us.

No mais é isso aí galera. Obrigado novamente pela participação e divulgação do nosso trabalho.

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jan 5 2011

A Beleza da Pixar

por Marcos Costa

Lembro como se fosse hoje: eu tinha seis anos de idade quando saiu a primeira animação feita completamente em computação gráfica, Toy Story. Quem diria que a Pixar, empresa até então desconhecida, teria iniciado uma nova era no cinema e me tornado um fã desse novo gênero.

É inegável que seus trabalhos podem ser considerados grandes obras de arte. Todos os elementos são extremamente bem desenvolvidos e executados. Roteiro, personagens, modelos, texturas, cores e música. Todos estes elementos combinados bombardeiam os espectadores com diversas sensações e emoções. Todo esse cuidado e empenho para com as obras as tornam inesquecíveis e de certa forma atuais, mesmo com 15 anos de idade. Basta rever Toy Story. Dá para facilmente compará-lo a um filme dos anos 2000.

Onze filmes ao longo de 16 anos. Onze grandes produções que tornaram a vida de muitos jovens e adultos mais divertida.

Sendo assim, deixo aqui o vídeo que serviu de inspiração para este post, um belo tributo ao melhor estúdio de animação. Feito por Leandro Copperfield, o mesmo cara que fez esse tributo aqui.

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jun 22 2010

Kubrick vs. Scorsese

por Marcos Costa

“That’s entertainment.”

Sem mais.

Via Sedentário e Hiperativo.

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