Arquivo Comics | Chiclete na Poltrona
out 11 2011

Os Vingadores | Primeiro Trailer

por Marcos Costa

Hoje o dia começou com uma excelente notícia para os fãs da Marvel. Foi divulgado o primeiro trailer oficial com cenas consideráveis do filme Os Vingadores. Antes de tudo, vamos ao que interessa:

Recomendo fortemente assisti-lo em HD no hotsite do filme na Apple.

Eu, como um fã (não muito assíduo) da Marvel e da Marvel Studios gostei bastante do que vi. Tony Stark continua com o mesmo humor e sarcasmo que fez O Homem de Ferro tão popular. Loki, aparentemente o vilão da trama, também está presente, assim como Mark Huffalo, o novo Hulk.

Os Vingadores tem data de estreia marcada para 4 de Maio de 2012 nos Estados Unidos.

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ago 1 2011

[Resenha] Capitão América: O Primeiro Vingador

por Marcos Costa

Com um ótimo visual retrô, Capitão América: O Primeiro Vingador, é o último filme da Marvel Studios antes do lançamento da tão falada e esperada aliança.

O filme começa nos dias atuais, com alguns exploradores no Ártico descobrindo destroços de uma misteriosa nave. Ao entrarem, acham algo congelado, o escudo do Capitão América para ser mais exato. Logo em seguida estamos nos Estados Unidos durante a época da Segunda Guerra Mundial. Steve Rogers (Chris Evans) é um rapaz franzino cujo sonho é alistar-se ao exército americano a fim de ajudar seu país a vencer os nazistas, mas, devido às suas condições de saúde e seu porte físico precário, falha diversas vezes. Em uma dessas tentativas conhece o Dr. Abraham Erskine (Stanley Tucci) que, ao reconhecer sua força de vontade e suas boas intenções, ajuda-o na aprovação e o inscreve em um novo projeto do governo americano que tem como objetivo criar um “super soldado”. Steve é escolhido e, ao término do processo, tem seu corpo completamente modificado, ficando mais alto, musculoso e com diversos atributos biológicos melhorados.

A ambientação na década de 40 dá um certo charme à película. Cartazes, objetos e ambientes daquela época foram muito bem reproduzidos. Ao mesmo tempo, as modernas invenções de Dr. Zola (Toby Jones) a pedido do Caveira Vermelha (Hugo Weaving) proporcionam um ótimo contraste. Este último, uma versão alternativa de Hitler, foi muito bem interpretado pelo eterno Agente Smith, embora o vilão não tenha ficado mais interessante por causa disso. Tomy Lee Jones dispensa comentários. Gosto bastante de seus trabalhos, e este não fica atrás de nenhum outro. Já Chris Evans está em seu melhor momento até então, deixando de lado o estilo fanfarrão e adotando expressões mais sérias, indispensáveis para o papel. Ah, e o Stan Lee marcou presença, como sempre.


O que mais chamou a atenção, visualmente falando, foi a grande mudança de Evans. De início é muito fácil pensar em se tratar de um dublê de corpo, embora todo o trabalho fora feito digitalmente. Talvez se o mesmo esforço também fosse utilizado nas cenas onde haviam grandes saltos eles não pareceriam tão artificiais. E falando em visual, o 3D é razoável, apesar de ser convertido. Tomando outros desse tipo como base (HP 7.2, por exemplo), o de Capitão América é bem superior. Algumas cenas ficaram boas, em outras não há profundidade nenhuma. O destaque mesmo vai para os créditos finais, onde as vinhetas no melhor estilo vintage ficaram muito bonitas. No entanto, a versão 2D é mais bem vinda neste caso.

Uma das coisas mais legais dos últimos filmes da Marvel são as referências a outros filmes/heróis. Antigamente elas estavam lá apenas para agradar aos fãs mais atentos e pacientes, agora a coisa tomou outro rumo. Com Os Vingadores à caminho, as ligações estão cada vez mais frequentes. Isto os torna mais interessantes, além de contribuir para a criação de um certo hype da parte dos fãs. N’O Primeiro Vingador também há cenas pós-créditos que, ao contrário do que todos pensavam, não foca muito na ligação Capitão-Vingadores (o final do filme dá conta de fazê-lo). Em vez disso, há breves cenas do lançamento de 2012, cujas imagens você pode ver aqui.

Um big big pra quem adivinhar quem é ele

Em suma, Capitão América é um bom filme. Sem romance forçado, com ótimos atores, visual agradável e um patriotismo americano retratado de forma sutil, sem exageros. Assim como Thor e Homem de Ferro, feito tanto para os fãs quanto para quem nunca encostou em um quadrinho de super herói. Mas ainda assim faltou um pouquinho mais de ação.

Capitão América retornará em Os Vingadores.

Grude: ★★★★☆
Título Original: Captain America: The First Avenger
Título no Brasil: Capitão América: O Primeiro Vingador
Direção: Joe Johnston
Roteiro: Christopher Markus, Stephen McFeely
Duração: 124 minutos

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jun 3 2011

[Resenha] Priest

por Ricardo Lopes

O pior filme de vampiros que eu já tive o DESPRAZER de assistir. Na verdade, não sei nem como tiveram coragem de chamar aquelas criaturas de vampiros.

Poster bonito né?

Priest é um filme recém lançado neste ano e baseia-se na história em quadrinhos Coreana de mesmo nome.

Em um mundo “apocalíptico” dominado pela Igreja, os Padres foram uma arma criada pela própria igreja para conter e eliminar toda essa raça de “monstros”. Abre parênteses (porque VAMPIROS passa longe meu amigo. Sério, eu queria saber de onde o diretor/roteirista tirou aquela criatura e chamou de vampiro.) Fecha parênteses.

Diante de alguns fatos, Paul Betanny (que interpreta um dos Priest) sai a caça dessas criaturas contra a vontade da igreja, isso porque o Clero diz não existir mais tal raça. Enfim, ele vai lá cheio de poderes “sobrenaturais” que também não ficou muito claro de onde veio, para matar.

Um filme extremamente fraco de roteiro, atuação meia boca (também com um roteiro desse não tem quem faça milagre) , e o detalhe principal que bagunçou com tudo: “vampiros evoluidos” .

O filme teve a direção de Scott Stewart e foi lançado neste ano.

Priest francamente me decepcionou, mas é minha humilde opinião. Fica a critério de vocês assistir e dizer o contrário nos comentários deste post. Fiquem a vontade.

Informações Técnicas:

Título Original: Priest

Título no Brasil: Padre

Direção: Scott Stewart

Tempo de Duração: 87 minutos

Gênero: Ação-Ficção

Ano de Lançamento: 2011

Grude: ★☆☆☆☆ Ganhou um grude pelos efeitos especiais que ficaram até legais. E só.

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mai 20 2011

Batman: The Dark Knight Rises – Campanha Viral do Filme

por André Soares

Olá a todos.

Foi lançado há pouco uma campanha viral para o terceiro filme da franquia do Batman. Foi posto no ar hoje o site oficial do filme: www.thedarkknightrises.com, nele há apenas um arquivo de som de uma multidão cantando alguma coisa bem confusa. O pessoal do Omelete diz que nessa mesma página é possível ler a frase “#thefirerises”. Já esta outra página: http://www.thedarkknightrises.com/image.html, mostra uma imagem “carregando”. A cada twitt com #thefirerises uma parte da imagem é carregada. O Omelete atualizou o site com a imagem do vilão Bane:

Eu não sei como eles conseguiram a imagem levando em conta que no link do site a imagem ainda não está completa (pelo menos é o que aparece aqui), aparentemente se mais twitts forem dados novas imagens devem aparecer.

 

Fonte: Omelete

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mai 10 2011

Sucker Punch – Mundo Surreal

por Marcos Costa

Snyder ataca novamente! Dessa vez ele traz uma produção própria e “original”. Por que as aspas? Continue lendo!

 

 

Sucker Punch é uma fantasia-ação-aventura (?) sobre uma garota que acaba de perder a mãe. Seu padrasto demonstra interesse apenas na herança, mas acaba se frustrando ao descobrir que ela deixou tudo para as filhas. Ao tentar proteger a irmã mais nova dos abusos do padrasto ganancioso, Babydoll (Emily Browning – Desventuras em Série) acaba provocando um acidente que causa a morte de sua irmã. Ela então leva a culpa e é internada em um hospício só para garotas. A partir daí o filme se torna um pouco mais complexo, pois teremos três realidades. A primeira é o hospício, que seria a “verdadeira”. Em seguida há o bordel, que toma o hospício e seus integrantes como base (as pacientes são prostitutas, por exemplo). As garotas então devem dançar para conquistar e agradar os seus clientes, o que nos leva à terceira realidade, que não é bem definida e só entra em vigor quando Babydoll dança. Em cima de todo esse faz de conta, um plano de fuga é elaborado e, para que dê certo, Babydoll e mais quatro amigas devem adquirir certos objetos: um mapa, fogo, uma faca, uma chave e outro não revelado. Cada objeto é adquirido na terceira realidade e em um ambiente diferente, que vai desde uma guerra à la WWII meio futurista (?²) até um mundo medieval povoado por orcs.

 

Babydoll


O filme está repleto de referências da cultura pop atual. É possível ver claramente em que Snyder se baseou. Apesar disso, ele ainda consegue deixar sua marca. Quem assistiu Watchmen e 300 irá notar facilmente. As cenas de ação são muito bem feitas, as garotas operam diversas armas e aparatos militares com maestria, e as roupas provocantes tornam tudo mais interessante. Visualmente o filme é estonteante, e a trilha sonora dá o toque final, com músicas que se encaixam perfeitamente com as cenas.

O título brasileiro meio que estraga a premissa do filme, que é causar surpresa, espanto. E o termo “sucker punch” é isso, um soco não esperado, pego desprevenido. Pois ninguém imagina que uma garota com rostinho de criança consiga fazer todas as proezas presentes no filme. Entretanto não há expressão correspondente na nossa língua, gerando a necessidade de algo mais “acessível” ao público.

Após tantas adaptações, Zack Snyder se saiu muito bem em seu primeiro trabalho, apesar de um ou outro “porém”, como o uso um pouco exagerado da câmera lenta. É um filme bem característico, assim como Scott Pilgrim. E agradará mais aos que estão familiarizados com as referências, apesar de Scott ser direcionado a um grupo mais limitado.

Enfim, se você gosta de ver ação, pancadaria, garotas, guerras, explosões, samurais, robôs, dragões, etc., Sucker Punch é um filme obrigatório.

 

Título Original: Sucker Punch
Título no Brasil:
Sucker Punch – Mundo Surreal
Direção: Zack Snyder
Roteiro:
Zack Snyder e Steve Shibuya
Gênero:
Fantasia-ação-aventura
Data de Lançamento:
25 de Março de 2011

Grude: ★★★★☆

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